Eu contenho dois estados sem precisar escolher entre eles · Colar AMETRINO Boliviano Macramê
Macramê · 28 Espirais · 7 Nós Cada · Mina Anahí · Bolívia
AMETRINO Boliviano · Macramê
O roxo e o dourado numa única pedra não são duas pedras coladas. São o mesmo ferro em dois estados de oxidação diferentes, determinados pela temperatura que aquela parte do cristal experimentou durante o crescimento. A zona mais fria criou o roxo da Ametista. A zona ligeiramente mais quente criou o dourado do Citrino. Uma única mina no mundo produz isso naturalmente: a Mina Anahí, na Bolívia.
O Ametrino é SiO₂, quartzo bicolorido com dois estados de oxidação do ferro coexistindo no mesmo cristal. O Fe³⁺ cria o roxo da Ametista nas zonas mais frias do crescimento. O Fe⁴⁺ cria o dourado do Citrino nas zonas ligeiramente mais quentes. Essa variação de temperatura dentro do mesmo cristal — alguns graus de diferença — é o que produz as duas cores. Quando foi descoberto em 1980, a ciência acusou o mineral de ser falso: havia exemplares sintéticos de ametista-citrino antes da descoberta natural, e os primeiros testes não conseguiram distinguir. Só quando a Mina Anahí, na Bolívia, foi identificada como produtora de quantidades vastas do mineral em ocorrência natural é que a suspeita cedeu. A pedra que a ciência acusou de ser falsa antes de provar que era real.
A Mina Anahí leva o nome de uma princesa da tribo Ayoreos que, segundo a história local, foi mortalmente ferida ao correr para avisar seu pai sobre a chegada dos conquistadores espanhóis no século XVII. O conquistador que a recebeu como dote ao se casar com ela levou o mineral à rainha da Espanha. A pedra que chegou à Europa como presente de uma história de tragédia e amor. Cada exemplar de Ametrino vem desta mina, desta terra, desta história.
Este colar tem 28 espirais em macramê, cada uma com 7 nós. O número sete — símbolo de totalidade em diversas tradições — repetido 28 vezes ao redor do pescoço. As pedras variam de 9 a 14mm, criando variação de presença e peso ao longo do fio. O cordonê marrom ancora o roxo e o dourado à terra. Associado ao chakra coronário e ao plexo solar, apoia a clareza intuitiva e a capacidade de agir a partir dela.
"Para quem não precisa escolher
entre intuição e ação,
entre o roxo da visão
e o dourado do movimento."
◆ Coronário · Plexo Solar
A Peça
Pedras de Ametrino boliviano de 9 a 14mm em macramê de cordonê marrom. 28 espirais, 7 nós cada. Comprimento ajustável. Feito à mão com intenção. Peça única.
Uma única mina no mundo. Dois estados do mesmo ferro. Vinte e oito espirais, sete nós cada. A pedra que a ciência acusou de ser falsa antes de provar que era real.
Dados da Peça
| Mineral | Ametrino · SiO₂ · Mina Anahí · Bolívia |
| Tamanho das pedras | 9 a 14mm · variação intencional |
| Estrutura macramê | 28 espirais · 7 nós cada |
| Fio | Cordonê marrom |
| Comprimento | Ajustável |
Como Usar
No pescoço, no comprimento que melhor se acomoda. Em meditação, práticas de intenção ou no cotidiano como lembrança de que clareza e ação podem coexistir no mesmo corpo.
Peça única. Composição bicolorida e distribuição de tons irrepetíveis.
Mineral natural, sem tingimento, com procedência da Mina Anahí, Bolívia. Variações naturais na proporção de roxo e dourado são características do Ametrino natural.
Preparação Ritual
Esta peça passou por preparação ritual com intenção específica. Uma manipulação energética consciente que ancora o propósito no campo do mineral, amplificando o que ele já é por natureza.
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Tudo no universo tem um propósito.
O do Ametrino é mostrar
que dois estados podem coexistir no mesmo ser.
◇ Eu Sou Nós · Atelier Dévico ◇

